III Fórum de Inovação do PPG-EEAN e CIDNUR-ESEL

Integração de Tecnologias Emergentes e Colaboração Interdisciplinar para Inovação em Enfermagem e Saúde

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPG-EEAN/UFRJ) tem compromisso na produção de conhecimento inovador e na sua transformação em produtos, processos e serviços com relevante impacto social. Assim, possui uma Política de Inovação, Tecnologia e Transferência de Conhecimento.

Essa política está em consonância com o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação do país, que estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação tecnológica, ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional (BRASIL, 2016, 2018). 

Dentre os princípios deste marco legal a serem considerados para a implementação das medidas de incentivo, destacam-se: a promoção das atividades científicas e tecnológicas como estratégicas para o desenvolvimento econômico e social; a promoção da cooperação e interação entre os entes públicos, entre os setores público e privado e entre empresas; o estímulo à atividade de inovação nas Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) e nas empresas, com vistas à atração, a constituição e a instalação de centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação e de parques e polos tecnológicos no país; o incentivo à constituição de ambientes favoráveis à inovação e às atividades de transferência de tecnologia; a promoção e continuidade dos processos de formação e capacitação científica e tecnológica; o fortalecimento das capacidades operacional, científica, tecnológica e administrativa das ICT, dentre outros (BRASIL, 2016, 2018).

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em particular, no âmbito do seu Plano de Desenvolvimento Institucional 2020-2024, entende a inovação como a transformação da ciência em algo de valor para a sociedade. Assim, no contexto da sua política de inovação busca constituir um ecossistema de inovação a partir da integração e diálogo de diferentes estruturas criadas ao longo dos anos pela universidade: o Parque Tecnológico, a Incubadora de Empresas, a Agência de Inovação e outras microestruturas, como os laboratórios de pesquisa (UFRJ, 2020).

Essa política visa expandir a inovação baseada no conceito de interdisciplinaridade, articulando diferentes atores e conectando ciência e setor produtivo, com apoio aos pesquisadores para ações de empreendedorismo, aceleração de startups, proteção de produção científica e licenciamento de tecnologias. Para esse suporte na aplicação e difusão dos múltiplos aspectos relacionados à inovação, a UFRJ dispõe da Agência de Inovação, vinculada à Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa, que é responsável pelas atividades de propriedade intelectual e transferência de tecnologia (UFRJ, 2020). 

Dentre as metas/ações da universidade no campo da inovação estão: ampliar as parcerias com instituições públicas e privadas nacionais e internacionais a fim de potencializar os financiamentos, intercâmbio de conhecimentos e desenvolvimento de projetos inovadores; apoiar a realização de eventos para disseminar a cultura da inovação na Universidade e permitir maior interação entre universidade e a sociedade nas diferentes áreas do saber; apoiar a capacitação técnica dos profissionais que atuam diretamente no ecossistema de inovação da UFRJ a fim de prospectar novas parcerias (UFRJ, 2020).

No âmbito do PPG-EEAN, corrobora-se com o entendimento de que “na saúde e enfermagem a incorporação tecnológica e inovação podem contribuir diretamente com a qualidade de vida, a efetividade do cuidado, a disponibilidade de novas técnicas assistenciais, a disponibilidade de equipamentos, promovendo assim um viver saudável para indivíduos e coletividades. Nesse sentido, as tecnologias e inovações contemplam um campo de atividades de caráter científico, organizacional, financeiro ou comercial. Estas se executam por produtos, processos tecnológicos e serviços totalmente novos ou melhorados de forma significativa” (CAPES, 2019, p.14).

A dimensão da tecnologia, inovação e transferência de conhecimento do Planejamento Estratégico do PPG-EEAN 2020-2024 tem como objetivos: fomentar a pesquisa para geração de inovação e produção tecnológica no âmbito da formação de mestres e doutores; ampliar o quanti-qualitativo de produções tecnológicas inovadoras (processos e produtos) advindos das dissertações de mestrado e teses de doutorado; e dar visibilidade às produções tecnológicas com vistas ao seu consumo pela sociedade, em geral; pelos profissionais, na melhoria do cuidado em saúde; e ao setor produtivo (empresarial).

Portanto, em face desses objetivos, da necessidade de capacitação profissional e de operacionalização das ações delineadas na Política de Inovação, Tecnologia e Transferência de Conhecimento, tem-se a proposta de realização da segunda edição do Fórum de Inovação, com o tema: “Produção de conhecimento inovador na enfermagem e na saúde: caminho para a transformação social”.

Os objetivos do evento são: contribuir para a difusão dos conceitos de inovação, tecnologia e transferência de conhecimento nas atividades de ensino e pesquisa na área da enfermagem e saúde; possibilitar a integração de pesquisadores estrangeiros nos projetos de pesquisa e inovação tecnológica e as participações em redes de pesquisa; ampliar possibilidades de mobilidade acadêmica para docentes e discentes; contribuir para a geração de conhecimento inovador e sua incorporação à prática de cuidado em saúde; divulgar projetos e produtos técnico-tecnológicos na área da enfermagem e saúde para a sociedade e setor produtivo.

A primeira edição desse evento aconteceu no dia 10 de março de 2022, promovido em parceria com o Centro de Investigação, Inovação e Desenvolvimento em Enfermagem de Lisboa, da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL), de Portugal. 

Destaca-se que a primeira edição estava programada para acontecer em 2020, mas, por consequência da pandemia da COVID-19, sua realização foi prorrogada e assumida na versão online, diante da possibilidade de ampliar a participação de profissionais experientes e facilitar a internacionalização, tendo como comissão científica e convidados pesquisadores dos Estados Unidos da América, Alemanha, Portugal e Brasil.

Foram membros da comissão científica da primeira edição do Fórum docentes da ESEL, como as professoras doutoras Cristina Baixinho, Eunice Sá, Adriana Henriques e Andreia Costa; o Prof. Dr. Pedro Parreira, da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Portugal; a Profa Dra. Sarah Gimbel, da Universidade de Washington, EUA; o Prof. Dr. Andreas Büscher, da Universidade de Ciências Aplicadas de Osnabrück, Alemanha; a Profa Dra. Cândida Caniçali Primo, da Universidade Federal de Espírito Santo, Brasil; e professores doutores do PPG EEAN/UFRJ Sabrina da Costa Machado Duarte, Rafael Celestino da Silva, Marcelle Miranda da Silva, Marcos Antônio Gomes Brandão, Ítalo Rodolfo Silva e Juliana Faria Campos.

Na ocasião foram abordados os seguintes temas: Competências de investigação e inovação na educação em enfermagem e saúde; Gestão do Conhecimento; A estrutura PARiHS de implementação de padrões especializados em enfermagem na Alemanha; Produção de conhecimento inovador na Pós-Graduação Stricto Sensu em enfermagem; e Abordagem de modelos teórico-metodológicos para desenvolvimento de projetos de investigação de inovação tecnológica.

Destaca-se que já na primeira edição foram registradas 300 inscrições, com audiência constante durante toda a realização do evento, que foi gravado e está disponível no canal do Youtube do PPG da EEAN, bem como no site da ESEL, no respectivo link: https://escolasuperiorenfermagem-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/audiovisuais_esel_pt/ErBufvSY6fBDpAaOC9ZhQGkBrGtpLK18jhmaXfMEBbYxvQ?e=UENQvo 

Desse modo, com o plano de realização do evento em edições bienais, como é o caso da proposta em tela, assume-se o compromisso de investir na educação em saúde no campo da tecnologia, inovação e transferência de conhecimento, para assim, buscar atender as metas institucionais relacionadas à qualidade do processo educacional, à internacionalização e à produção de conhecimento inovador e com impacto social. 

IMPORTÂNCIA DO EVENTO PARA A ÁREA 

A produção de conhecimento científico que seja capaz de transformar a realidade, melhorar a qualidade de vida das pessoas e facilitar e otimizar a operacionalização dos processos de cuidado, é uma responsabilidade social do pesquisador na área da saúde e da enfermagem. Entretanto, a translação desse conhecimento é um desafio, pois tem sido lenta e, muitas vezes, insuficiente (SILVA et al., 2021; SCOCHI et al., 2013).

Apesar da grande evolução no desenvolvimento de pesquisas e de produtos relacionados à propriedade intelectual, principalmente materializado nos direitos autorais relativos aos artigos científicos, não se observa os mesmos avanços na incorporação desses conhecimentos na prática. Diante isso, há uma preocupação da área de conhecimento da enfermagem em induzir a geração de produtos de qualidade e que sejam transformadores da prática, o que pode ser constatado pelos investimentos nos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu profissionais, e na valorização de produtos técnico-tecnológicos nas avaliações dos programas, incluindo os acadêmicos (BRASIL, 2020; ERDMANN; FERNANDES, 2011). 

Estudo aponta que mesmo considerando que o primeiro mestrado profissional da área de Enfermagem iniciou-se em 2001 na Universidade Federal de São Paulo, pode-se afirmar que os programas profissionais apresentam fragilidades no desenvolvimento dos seus produtos e no entendimento da propriedade industrial e seus registros, como patentes e marcas. Dos 28 pedidos de patente registrados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial no período entre 2004 e 2019, dez eram de enfermagem, sendo que apenas dois eram provenientes de mestrado profissional, porém, na área da engenharia de produção (SOUZA; SILVINO; SOUZA, 2020).  

Acrescenta-se que, de modo geral, o Brasil ainda se apresenta como um país incipiente na produção de patentes e de outros títulos da propriedade intelectual. Tal panorama é agravado pelo pouco incentivo para o desenvolvimento e registro de patentes e pelo desconhecimento dos autores e mesmo dos coordenadores dos cursos e professores orientadores acerca desse processo, fazendo com que algumas tecnologias leves e leve-duras, bastante características da área da enfermagem, não cheguem a ser registradas. (SOUZA; SILVINO; SOUZA, 2020).

Para a mudança desse cenário, é preciso ampliar o debate sobre a produção, registro e incorporação de tecnologias e inovações, em particular no contexto da formação pós-graduada, para que os futuros objetos de estudo e seus consequentes resultados tenham potencial criativo, inovador e transformador. Essas iniciativas de discussão ainda são recentes em muitos programas de pós-graduação acadêmicos, como o da Escola de Enfermagem Anna Nery, que instituiu a Política de Inovação, Tecnologia e Transferência de Conhecimento como estratégia indutora. Assim, para a sua operacionalização, demanda investimentos em novas ações para o alcance das metas. 

Diante desse contexto, em busca do melhor aproveitamento do conhecimento científico gerado no meio acadêmico pelo setor empresarial e pela sociedade, tem-se a proposta de realização deste evento, que objetiva contribuir para que o PPG-EEAN fomente a formação de docentes e discentes nessa temática relevante, com vistas à prestação de um cuidado de excelência, em atendimento às demandas da sociedade e do Sistema Único de Saúde (BRASIL, 2018; BRASIL, 2016).

Tal contribuição vai na direção da superação de uma das preocupações da área da Enfermagem na CAPES, conforme previamente sinalizado. Segundo relatório de avaliação parcial dos programas de pós-graduação publicado em 2019, mantém-se a necessidade de melhoria na quantidade de produtos tecnológicos e técnicos informados e na explicitação quanto aos impactos produzidos. Nesse sentido, é premente, atual e contemporâneo o incentivo à elaboração de produtos que tragam avanços ao conhecimento e que tenham o potencial de gerar maior impacto para a sociedade, fomentando o processo inovativo (CAPES, 2019).

Por fim, ressalta-se que segundo dados do Conselho Federal de Enfermagem de julho de 2019, o Rio de Janeiro possui cerca de 276.973 profissionais de enfermagem, dos quais 53.792 são enfermeiros (COFEN, 2019). Esses dados apontam que o PPG da EEAN tem responsabilidade na formação qualificada desses recursos humanos para o atendimento das políticas de saúde, bem como na produção de conhecimentos que possam diminuir as iniquidades da população do estado do Rio de Janeiro e aprimorar a qualidade dos serviços com inovações e geração de tecnologias em saúde de ponta. 

Portanto, o II Fórum de Inovação é uma das iniciativas do PPG da EEAN em prol da ampliação do impacto social, tecnológico, sanitário, educacional e econômico da produção de conhecimento na sociedade fluminense, contribuindo para qualificar os profissionais participantes e os seus resultados de pesquisa que serão aplicados no contexto da prática profissional nos serviços de saúde do Rio de Janeiro.

Em síntese, destacam-se como contribuições que refletem a relevância do evento para a área: Vivência de um ambiente propício para o debate e circulação de saberes e de fazeres que possam contribuir para a geração de novas ideias e práticas de pesquisa e de tecnologias em saúde; Estabelecimento de parcerias acadêmicas e de pesquisa com pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, promovendo o intercâmbio científico; Fomento à elaboração de projetos inovadores, fortalecidos em seus desenhos metodológicos e que favoreçam a translação do conhecimento na atenção ao usuário em âmbito global e no Sistema Único de Saúde, a partir da circulação de saberes e o debate ampliado com pesquisadores; Melhoria da qualificação dos docentes, profissionais e estudantes a partir do intercâmbio de saberes e experiências com pesquisadores de excelência, ampliando suas competências teóricas e metodológicas no desenvolvimento de pesquisas.

Caráter multidisciplinar do evento:

A Enfermagem é uma prática social que requer integrar saberes das áreas biomédicas, das ciências humanas e sociais, o que implica contribuir com sua especificidade no campo comum, entre diferentes ramos do conhecimento. Enquanto prática social e enquanto ciência, tecnologia e inovação, cada vez mais aborda temas complexos, logo, a Enfermagem tem uma longa trajetória histórica de desenvolvimento do trabalho multi e interdisciplinar (CAPES, 2019).

É uma disciplina que se abre a novos campos do conhecimento ao mesmo tempo em que os influencia. Tal característica busca a superação do paradigma cartesiano e da sua peculiar ideia de fragmentação, tornando o conhecimento científico abrangente, de forma a contribuir com a construção do bem-estar de indivíduos, grupos e populações, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (CAPES, 2019).

Portanto, como ramo do conhecimento, a área da Enfermagem reconhece a importância da interdisciplinaridade, pois considera os fenômenos complexos e a necessidade da disposição para trocas teóricas, conceituais e metodológicas com outras áreas do conhecimento (CAPES, 2019). Nessa perspectiva, pensar na resolução dos problemas contemporâneos no campo do cuidado em saúde, suscita refletir sobre a produção e incorporação das tecnologias e inovações a partir dessa abordagem multi e interdisciplinar, ou seja, é preciso considerar a potencialidade de diferentes áreas do conhecimento em contribuir para o avanço das fronteiras da ciência, para a transferência de métodos, tecnologias e saberes de uma área para outra e a geração de novos conhecimentos.

Partindo desse entendimento, o PPG da EEAN investe em um processo de formação pós-graduada que dê conta dessa dimensão, tentando ampliar/estabelecer o diálogo multi/interdisciplinar, visando sempre a promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida da população.

Afirma-se, assim, que assegurar a qualidade do cuidado está fortemente relacionada à conjunção de saberes e fazeres de diferentes disciplinas para aumentar a colaboração entre profissionais e o pensamento de novas ideias. Os benefícios potenciais dessa integração entre enfermagem e outras áreas, como design, engenharia ou desenho industrial, têm sido apontados pelos estudos, que indicam como exemplos a elaboração de protótipos funcionais, produtos de saúde patenteáveis para resolver os problemas de saúde e capacitação de docentes para reforçar as habilidades de ensino criativo e a autoeficácia de ensinar criatividade (LIU, 2020; JOSEPH, MCCAULEY, RICHMOND, 2021).

Pontua-se que, embora a criatividade deva ser estimulada desde a infância, já na educação profissional pode ser aprimorada por meio de treinamento e educação, melhorando o juízo de valores e, principalmente, o pensamento divergente (criativo) e convergente (crítico) entre os colegas e membros de outras disciplinas, no compartilhamento de conhecimento, exploração de oportunidades e defesa de ideias (ASURAKKODY & KIM, 2020).

Conclui-se que fomentar a habilidade para desenvolver e implementar novas ideias numa perspectiva interdisciplinar no processo de formação profissional é essencial, avançando-se de uma formação individual e uniprofissional para uma compreensão ampla das complexidades das situações da vida real, envolvidas por uma série de questões que se interrelacionam e que são retroalimentadas constantemente (LIU et al., 2021).

As temáticas abordadas no II Fórum de Inovação alinham-se com a necessidade de estimular a educação de enfermeiros e outros profissionais da saúde e áreas afins para pensar, criar soluções e implementar conhecimento em parcerias colaborativas. 

Nesta edição, as contribuições potenciais aos participantes se concretizarão a partir de uma programação científica que manterá caráter internacional e interdisciplinar, congregando atividades como mesas redondas, palestras e conferências, com participação de convidados nacionais e internacionais, envolvendo outros profissionais, que não da área da saúde, como comunicação, jornalismo e engenharia, e outros setores, como o industrial. 

O evento promoverá oportunidade de lançamentos de podcasts para divulgação de experiências de sucesso na área da inovação e do empreendedorismo. Além disso, haverá a apresentação de trabalhos científicos no formato de Pitches de ideias inovadoras na área da enfermagem e saúde, que partem da possibilidade de geração de produtos a partir do trabalho multidisciplinar e que despertam interesses de vários campos da sociedade.

Conclui-se que o PPG-EEAN tem acompanhado os desafios e as mudanças político-pedagógicas do campo da Saúde, bem como das reais necessidades da população brasileira. Nesse contexto, tem mantido esforços para a formação de enfermeiros e profissionais de saúde qualificados que possam contribuir para o aprimoramento da gestão pública dos serviços de saúde e para a redução da dívida social, com o uso do conhecimento no melhoramento das condições de vida da população e na resolução de problemas sociais do Brasil.

Nessa direção, investimentos em criatividade e inovação para acompanhar as evoluções das necessidades de saúde, bem como nos times interdisciplinares, em busca de colaboração na resolução dos problemas deste campo, resultarão no atendimento em saúde de qualidade. 

O capital intelectual deste II Fórum de Inovação contribuirá para esses investimentos, fomentando debates contemporâneos sobre a ciência, o cuidado em enfermagem e saúde, a transferência de conhecimento para a realidade e geração de inovação e tecnologia.